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ESTERILIZA​ÇÃO DOS GATOS SILVESTRES DE LISBOA – UM IMPORTANTE ANÚNCIO

Janeiro 2, 2014
Foi um projecto que nasceu em 2010 e que nunca logrou concretização:a esterilização maciça dos gatos das colónias de Lisboa numa parceria envolvendo a CML , através do canil/gatil, juntas de freguesia, associações de animais e voluntários da cidade, clinicas veterinárias e veterinários individuais, patrocinadores, numa grande congregação de esforços que, freguesia a freguesia, permita resolver o problema da sobrepopulação de gatos , que se estimam em cerca de 40 000, com todas as vantagens que daí advêm para os próprios e para os moradores.
2014 verá nascer , muito em breve, o projecto piloto de intervenção, numa zona central e antiga de Lisboa, que se iniciará pelo levantamento e sinalização das colónias, com o envolvimento das pessoas que lhes prestam cuidados, seguindo-se a informação e sensibilização dos moradores, as capturas, a esterilização, os cuidados pós-operatórios e a recolocação.
O desenrolar do projecto permitirá testar procedimentos e formas eficazes e flexíveis de coordenação entre os diferentes agentes no terreno, de forma a que logo que atingidos os objectivos na zona se possa iniciar uma outra freguesia, para só acabar quando a esmagadora maioria dos gatos da cidade se encontrar integrada em colónias CER, com os seus responsáveis locais identificados e os animais, que pretendemos ver  protegidos e livres de capturas, maus tratos e abates.
Este foi o feliz desfecho das reuniões que se têm realizado entre a nova equipa do canil/gatil e o Grupo de Lisboa da Campanha de Esterilização, e que anunciamos com a maior alegria a todos os que têm participado na longa luta pelo bem estar dos animais errantes e negligenciados da cidade.
O caminho que temos pela frente é árduo e só podemos chegar a bom termo se formarmos um verdadeiro colectivo, com diferentes polos de dinamização da acção. A flexibilidade no funcionamento, com respeito pelas características locais, a definição de metas e resultados realistas, e os progressos que se forem constatando, vão certamente despertar energias que hoje desconhecemos , apesar do período de crise, com pesados reflexos na vida de cada um,  em que vamos ser  obrigados a trabalhar.
Em breve, vamos dirigir uma mensagem às associações e voluntários de Lisboa, com informações e questões concretas, para a qual esperamos uma resposta à altura das ambições que todos temos para o futuro dos gatos silvestres da cidade.
 Grupo de Lisboa

Canil de Lisboa – a ala fechada finalmente em escombros

Novembro 23, 2013

Assinalamos e comemoramos a destruição deste antro de sofrimento animal.  Foto aqui.

Grupo de Lisboa reuniu com nova gestão do canil/gatil municipal

Outubro 7, 2013

Realizou-se, no dia 1 de Outubro, a reunião pedida pelo Grupo de Lisboa, em Agosto passado, para apresentação da proposta de uma “Campanha de Esterilização dos Gatos Silvestres de Lisboa”.

Por parte da CML estiveram presentes o Dr. Veríssimo Pires, Chefe de Divisão do Ambiente Urbano, a Dr.ª Elizabete Andrade, da mesma divisão, a Drª Marta Videira (médica veterinária, nova responsável técnica do canil/gatil), e a Dr.ª Ana Machado, veterinária que tem tido a seu cargo o Programa CER. Por parte da Campanha, compareceram cinco voluntários.

Foram apresentados os objectivos e as grandes linhas do plano de acção apontados para a Campanha, tendo a discussão decorrido de uma forma muito construtiva e empenhada por parte de todos os intervenientes. Foi realçada a importância, por ambos os lados, de encontrar um caminho que conduza a uma solução consistente para a sobrepopulação das colónias de gatos de Lisboa que têm sido sujeitos, no decorrer dos anos, a uma politica de abate de extrema violência, sem que tal solucione, por exemplo, o problema das queixas de moradores.

Conforme se refere na proposta, só através da esterilização se consegue controlar uma população que se estima em cerca de 40 mil gatos, dispersos pelas múltiplas colónias existentes em Lisboa, numa acção concertada e devidamente planeada que envolva uma rede, promovida e coordenada pela CML e constituída por consultórios/clínicas veterinárias, faculdades de medicina veterinária, juntas de freguesia, associações e voluntários da área de Lisboa, que complementem os recursos materiais e humanos do canil/gatil.

Ficou estabelecido que a equipa da CML vai analisar cuidadosamente a proposta e convocar uma próxima reunião, tendo os proponentes frisado que se trata de um documento de trabalho para cuja afinação existe a maior abertura, uma vez que se pretende envolver no projecto o maior número possível de participantes e se reconhece o papel preponderante que a CML tem de desempenhar na sua implementação.

No final da reunião, foram abordados alguns pontos referentes ao funcionamento do canil/gatil que a seguir se resumem:

- Canil 1 e Canil 2:

# As boxes do Canil 1 estão em vias de acabamento  novas boxes estão em vias de acabamento e já foram transferidos para estas instalações para as novas boxes alguns cães do canil 1;

# O Canil 2, onde estão presos, em condições miseráveis, os animais “suspeitos de raiva”, vai ser melhorado mas guardará sempre a forma semicircular das boxes por questões de segurança dos tratadores;

- Relativamente ao gatil, também em fase de conclusão, a Dr.ª Marta Videira informou que o processo de transferência dos gatos vai ser feito com toda a segurança para evitar a instalação de doenças, pelo que os gatos terão de ser primeiro vacinados;

- Foi referida pela Campanha a necessidade de leitura dos chips de todos os animais que dão entrada no canil/gatil municipal, vivos ou mortos;

- Referido também que quem atende os munícipes que contactam o canil não pode estar a sugerir esquemas para iludir a proibição do tribunal de aceitação de animais entregues pelos donos até à conclusão das obras, tais como carta do senhorio a dizer que não aceita animais, atestados médicos, bilhetes de avião;

- Sobre o papel da policia, quando atesta que os animais foram encontrados por quem pretende entregá-los no canil/gatil, e para evitar que esteja a ser dada cobertura involuntária, por parte das autoridades policiais, a falsas declarações, foi frisado pela Campanha que deverão proceder a diligências que confirmem os termos da participação;

- Igualmente abordada foi a questão do voluntariado no canil/gatil, medida que foi dito estar nas intenções dos responsáveis presentes e que irá ser aberta a inscrição de voluntários brevemente.

- O Dr. Luís Veríssimo Pires informou que está disponível no site da CML o manual de procedimentos do canil/gatil:

http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/conheca-o-manual-de-procedimentos-da-casa-dos-animais-de-lisboa

- Relativamente ao futuro regulamento do canil/gatil, a Campanha, baseando-se em brochura da DGV que exibiu, referiu que não existe obrigatoriedade de os centros de recolha aceitarem animais de que os munícipes se querem desfazer, sem motivos de doença incurável /terminal ou agressividade provada, desde que tal não esteja contemplado no regulamento, e sublinhou ainda o princípio, que consta da mesma brochura, de que estes centros não são local de reprodução.

Lisboa – Relato da visita ao canil/gatil , realizada a 12 de Setembro 2013

Setembro 13, 2013

Nova responsável técnica entrou em funções nesta data.

Duas voluntárias do Grupo de Lisboa da Campanha de Esterilização deslocaram-se ao canil/gatil de Monsanto, numa visita sem marcação prévia, na passada quinta feira dia 12 de Setembro.

As obras avançaram, podendo ver-se o espaço do futuro gatil e as novas boxes para os cães. Os animais continuam albergados nos antigos canis 1, 2 e 3 e no gatil, que continuam iguais em termos de infra-estrutura. A cerca da zona reservada aos cães que são propriedade do canil continua também igual e tinha dentro os 3 cães do canil.

No canil 1 encontravam-se 20 cães e 7 cachorros (4 dos quais com a mãe), um número muito superior comparativamente aos das anteriores visitas, a penúltima das quais em 16 de Abril 2012, em que havia 4 cães. Desde a providência cautelar que não encontrávamos um número tão elevado de cães na ala fechada ( canil1).

As imagens recolhidas podem ser vistas aqui (foto3, foto4,foto5)

As razões para este facto são desconhecidas. Podem fazer-se várias suposições: mais abandono por efeito da crise, menos abates, pessoas que entregam animais, induzidas em erro pela mudança de nome do canil/gatil para Casa dos Animais o que leva a crer que os abates vão desaparecer e que as condições de alojamento melhoraram.

Apesar de na portaria estar afixada uma nota sobre a proibição, decretada pelo Tribunal, do canil/gatil aceitar animais entregues pelos donos até à conclusão das obras, na placa colocada no exterior, está escrito : RECEÇÃO DE ANIMAIS : 24H/DIA. Esta informação carece de correcção urgente.

No canil 2, em que as celas são muito pequenas (1 a 2 m2) e sem o menor conforto, pois os animais não têm qualquer espaço próprio para se deitarem nem qualquer cama, tendo de o fazer no lajedo onde também urinam e defecam, encontravam-se 10 cães. Estes animais encontram-se em quarentena por suspeita de raiva, pois apesar de esta doença estar erradicada do país desde 1960, continua em vigor a Portaria 81/2002, que estabelece o sequestro durante 15 dias de animais agressores ou agredidos. Assim, qualquer cão de um munícipe que seja simplesmente mordido por outro pode vir a encontrar-se detido naquele espaço, assim como o agressor. Uma situação a exigir revisão urgente por quem de direito. Quando ? …

No canil 3 estavam 43 cães de todos os portes. Dez encontravam-se sozinhos e havia 9 boxes com 2 cães, 2 com 3 e apenas 1 com 4 e outra com 5.

Por conseguinte, ao todo estavam no canil 73 cães, machos/fêmeas, e 7 cachorros.

Quanto aos gatos, constatou-se um aumento em relação a todas as visitas efectuadas depois da providência cautelar (36 em Abril/2012, 22 gatos e 13 gatos em Dezembro 2011). Há neste momento 40 gatos no antigo gatil e mais 23 no antigo espaço de recobro e do programa CER que está a servir de área de quarentena para os gatos que não existia aquando da última visita em 2 de Maio de 2013, facto que foi participado ao tribunal na altura. Fica assim sem se perceber onde são agora feitos os recobros de cirurgias e de programa CER.

É preocupante, a existência de tantos animais no canil/gatil quando conhecemos as dificuldades porque passa o processo de adopção neste momento. É ilusório pensar que se vão colocar todos estes animais em famílias facilmente. Limitar as entradas de animais no canil/gatil deve ser o objectivo a nortear a acção de todos os que se preocupam com os animais da cidade.

Neste mesmo dia entrou em funções a Srª Drª Marta Videira, nova responsável técnica pelo canil/gatil. Estavam também presentes nas instalações, o Sr. Dr. Luis Veríssimo e a Srª Drª  Elisabete, que se mostraram disponíveis para receber as propostas do Grupo de Lisboa da Campanha de esterilização e acompanharam parte desta visita, tendo ficado aprazada uma reunião, tão brevemente quanto possível, entre estes responsáveis e o Grupo de Lisboa da Campanha de Esterilização.

Este Grupo de cidadãos deseja o maior sucesso à nova direcção do canil na mudança de paradigma da política de abates e de falta de condições de salubridade, para um canil eficiente e que, protegendo os animais, obtenha a confiança dos munícipes.

Lisboa- E-mail enviado ao presidente da CML

Setembro 8, 2013

Para acabar com os suplícios  que a CML inflige aos gatos da cidade (capturas com violência, manejo com tenazes, contenção em gaiolas minúsculas, e por fim a morte) é preciso esterilizar as colónias, controlar a população de gatos e evitar as queixas dos moradores. A CML tem feito ouvidos moucos às propostas de uma Campanha de Esterilização dos Gatos Silvestres de Lisboa, preferindo o abate à esterilização, sem quaisquer resultados. Há anos que a CML abate milhares de gatos sem nunca resolver o problema do excesso de gatos em certos locais da cidade. Mantém, assim, uma estrutura , o canil/gatil, obsoleta e cruel, com dinheiros dos contribuintes que poderiam e deviam ser muito melhor empregues, em benefício dos animais e dos cidadãos.

Este foi o último e-mail que o Grupo de Lisboa enviou ao Presidente da Autarquia:

2ª via – Envio de proposta de uma “Campanha de Esteriliza​ção dos Gatos Silvestres de Lisboa”

Exmo. Sr. Presidente da CML, Sr. Dr. António Costa,

 Em  20 de Agosto dirigimos a V. Exª um e-mail sobre uma “Campanha de Esterilização dos Gatos Silvestres de Lisboa” cuja cópia anexamos.

A resposta chegou-nos a 23 de Agosto ( Ofício 4115/GPCML/13) com a informação de que o assunto tinha sido remetido para o gabinete do Vereador Sá Fernandes o que julgamos corresponder a um procedimento habitual, dado o tema em causa, e que sucede sem intervenção de V. Exª.

Compreendemos o procedimento, mas, de facto, no e-mail que enviámos a V. Exª referíamos que anteriores contactos com o Sr. Vereador Sá Fernandes, sobre este mesmo assunto, não tinham conduzido a qualquer resultado.

Nessa medida, e tendo em conta o discurso que V. Exª proferiu em Junho, em que assumiu pessoalmente uma mudança de política e consequentemente decisões inovadoras relativamente  à gestão do canil/gatil, como por exemplo a criação de um Grupo de Trabalho para estudar boas práticas susceptíveis  de serem implementadas, pensamos que esta proposta deveria  merecer uma intervenção directa de V. Exª para obter os desenvolvimentos esperados e desejados por todos.

 Vimos, assim, apresentar, novamente, a proposta em anexo que, entretanto, já logrou o apoio da AML de 3 de Setembro de 2013.

Na expectativa  de uma resposta favorável sobre a posição de V. Ex.ª relativamente a este assunto, apresentamos os nossos cumprimentos,

 

 

Lisboa, 7/9 – O desespero dos gatos aprisionados no gatil

Setembro 7, 2013

Será que não conseguimos pôr cobro a isto ? Porque razão o canil/gatil está cheio de animais se a providência cautelar proíbe a entrega de animais pelos donos e restringe as capturas às situações de emergência ?

http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DTQv1-LdITZo%26feature%3Dyoutu.be&h=tAQH8Vcmc

http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DXED3PzKh4QQ%26feature%3Dyoutu.be&h=QAQH4QL39

AML, 3 de Setembro 2013 – Propostas aprovadas

Setembro 5, 2013

A Moção apresentada pelo BE

A Recomendaçãoapresentada pelo PSD ( aprovada por maioria, aguardamos os resultados concretos)

AML, 3 de Setembro – Intervenção da representante do Grupo de Lisboa

Setembro 4, 2013

Exma. Senhora Presidente, Exmos. Senhores Deputados Municipais, Exmos. Senhores Presidentes das Juntas de Freguesia,

Faço parte do Grupo de Lisboa da Campanha de Esterilização de Animais Abandonados, e já não é a primeira vez que nos dirigimos a esta Assembleia. Sempre o fizemos num espírito colaborativo, empenhados que estamos em melhorar as condições em que vivem os animais da nossa cidade, em especial os errantes, os abandonados e os que pertencem a munícipes carenciados.

Quando, em 9 de Fevereiro de 2010 – já lá vão mais de três anos –, esta Assembleia aprovou a suspensão de capturas de gatos ( Resolução 12/AML/2010), apresentámos, tal como nos tínhamos comprometido, à Câmara Municipal de Lisboa, na pessoa do vereador competente, dr. Sá Fernandes, e da então responsável pelo canil/gatil, dra. Luísa Costa Gomes, uma proposta de campanha de esterilização de gatos silvestres, como forma humana e consentânea com os nossos dias de controlar a sobrepopulação destes animais.

Propúnhamo-nos apoiar a Câmara Municipal de Lisboa numa acção massiva de esterilização e implementação do programa CER (Captura, Esterilização e Recolocação), preconizado pela própria câmara como a maneira mais eficaz de controlar o excesso populacional de gatos.
Entendendo que, sem apoio, a Câmara Municipal não dispunha nem dispõe de meios suficientes para levar a cabo uma iniciativa desta envergadura, a proposta deste grupo de cidadãos previa – e prevê – a articulação de diversos organismos com a sociedade civil (associações de animais, voluntários individuais, clínicas veterinárias, empresas farmacêuticas, faculdades de medicina veterinária, etc.) para cadastrar e esterilizar as colónias existentes.
Não só o vereador Sá Fernandes não acatou a recomendação da Assembleia Municipal de Lisboa, como nunca sequer respondeu à nossa proposta.

No entanto, para que a alteração da política para o canil/gatil e para os animais de Lisboa em geral, anunciada pelo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa em Junho último, seja consistente e signifique, de facto, uma mudança no comportamento da autarquia, tem necessariamente de assentar na esterilização.

Lembramos que, até à providência cautelar interposta pelo Grupo de Lisboa da Campanha de Esterilização para pôr cobro às ilegalidades que se verificavam no canil/gatil, este capturava cerca de 1000 gatos por ano – que seriam, na sua esmagadora maioria, abatidos, uma vez que 70 por cento do total de cães e gatos que entravam no canil/gatil morriam, quer por doença quer por abate.

A providência cautelar limita, desde Julho de 2011, e até à conclusão das obras, que só agora recomeçaram (embora tenham sido apontadas pelos lisboetas como a primeira das prioridades no Orçamento Participativo de 2009), as capturas ao estritamente necessário, e proíbe a entrega de animais pelos donos. Mas, apesar das restrições impostas, entre 1 de abril de 2012 e 31 de maio de 2103, entraram no canil/gatil 958 gatos, o que significa que não houve qualquer alteração significativa. De notar ainda que o último relatório da CML é omisso quanto aos dados oficiais relativamente ao número de animais recolhidos.

A registar-se um aumento descontrolado dos animais que entram no canil/gatil, isso levará, inevitavelmente, à aplicação de soluções que não são compatíveis com a mudança de paradigma anunciada pelo senhor presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

Ademais, com a recente e inesperada demissão da Provedora Municipal dos Animais de Lisboa, escassos dois meses após a sua tomada de posse, tornaram-se públicas e patentes as graves insuficiências de que continua a padecer o canil/gatil municipal. Nomeadamente, e a título de exemplo, as áreas de quarentena ou não são adequadas, como é o caso dos cães, ou nem sequer existem, como é o caso dos gatos, continuando hoje a morrer no canil/gatil (ou em casa dos adoptantes, contaminando outros) animais saudáveis que lá contraem doenças fatais.

Para obviar a esta situação, que já era do seu conhecimento, intentou o Grupo de Lisboa da Campanha de Esterilização, que represento, uma acção por incumprimento da providência cautelar, contra a Câmara Municipal de Lisboa, que está a correr os seus trâmites.

Para que Lisboa possa vir a anunciar que se tornou um município onde não se fazem abates e trata os animais mais desprotegidos humana e condignamente, é necessário implementar medidas, com real eficácia, que limitem a entrada de animais no canil/gatil às situações de emergência.

A esterilização de animais como método de controlo das populações é a única forma de, gradualmente, vir a resolver o problema, estando demonstrado que não existe qualquer outra solução – nem tão pouco a adopção para alguns, pois os gatos silvestres, na generalidade, não têm  hábitos de convívio com humanos.

Por isso, não desistimos, e vimos apelar a esta Assembleia para que dê o seu apoio ao lançamento da Campanha de Esterilização dos Gatos Silvestres de Lisboa que oportunamente enviámos aos diversos grupos partidários nela representados.

Lisboa, 3 de setembro de 2013

LISBOA – AML APOIA “CAMPANHA DE ESTERILIZAÇÃO DOS GATOS SILVESTRES”

Setembro 3, 2013

Propostas aprovadas e intervenção da Campanha serão publicadas em breve aqui.

Fotos do canil de Lisboa

Setembro 2, 2013

De 31 de Agosto, ver aqui https://www.facebook.com/mariaeugenia.colaco?fref=ts

Exija que o canil/gatil cumpra a providência cautelar e limite as entradas às situações de emergência.    Vá à AML ( Forum Roma) amanhã às 15h , dizer sim a uma “Campanha De esterilização dos Gatos Silvestres de Lisboa”.

Os animais de Lisboa precisam de si.


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