Oeiras – A falta de vontade para mudar o que quer que seja, por pouco que seja!

Chegámos a Março de 2011 e todas as propostas acordadas com o Sr. Vereador Eng.º Ricardo Barros, na reunião de 2 de Julho de 2010, para implementação de medidas para o bem-estar animal, infelizmente, não passaram do papel.

Apesar de estarmos cientes – como é do conhecimento público – da ausência de uma política activa de bem-estar animal na Câmara de Oeiras, havia a esperança da nova vereação não querer equiparar-se à sua antecessora…mas, pelos vistos, enganámo-nos!

Assim, uma vez que as pretensões dos munícipes de Oeiras para que seja promovida, pela autarquia, uma série de medidas que levem ao controlo e diminuição dos animais errantes e que as condições do canil, sob a direcção da única veterinária municipal – Dra. Luísa Carmona – cumpra a legislação, em vigor, em todas as vertentes e deixe de ser um lugar de extermínio indiscriminado, parece não ter tido qualquer acolhimento pelo executivo da CM de Oeiras.

Assim, não nos resta outro caminho senão apelar às entidades oficiais, pelo que foi entregue uma exposição e petição, assinada por 326 residentes no concelho de Oeiras às seguintes entidades: Exmo. Sr. Ministro da Agricultura, Direcção Geral de Veterinária, Sindicato Nacional dos Médicos Veterinários, Ordem dos Médicos Veterinários e à ANVETEM.
(Para ler as proposta acordadas, na reunião de 02/07/2010, ver o post de 15 de Julho de 2010)

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28 Respostas to “Oeiras – A falta de vontade para mudar o que quer que seja, por pouco que seja!”

  1. Elisabete Says:

    Como é possível que nada avance numa Câmara onde supostamente há brio no que se faz??? E cujo lema é: Oeiras mais à frente??? Mas é mais à frente em quê, se a questão do Bem-Estar Animal continua esquecida sem nada ser feito???? QUE VERGONHA!!!!

  2. Pedro Santos Says:

    O que se passou em Oeiras, infelizmente passa-se por todo o país. Os canis municipais são uma espécie de matadouro. Apanham-se os cães abandonados e toca a abate-los, pois são uma ameaça à saúde publica. Para quem não saiba, custa mais abater um animal do que esteriliza-lo, mas a falta de interesse das pessoas pelos animais faz com que isto aconteça. E é claro, como apenas ficam 8 dias lá para depois ser abatidos, de que vale a pena arranjar condições para os animais. Só quem tem animais é que sabe dar o devido valor que estes companheiros precisam.

  3. Patrícia Alexandra SMJ Pita Says:

    Ajudem-nos, por favor

  4. Maria Nobre Says:

    Estamos em tempo de mudança e a população de Oeiras que tambem mudança de mentalidades. As pessoas que dirigem a camara foram eleitas por as mesmas pessoas que gostam dos animais e querem um Portugal melhor . Não queremos canis só para matar animais,para isso não são precisos veterinarios…perceberam a mensagem?

  5. Maria João Abreu Says:

    É lamentável. Eu sou minícipe de Oeiras e afastei-me do grupo de esterilizações porque, pelo que fui vendo inicialmente, percebi que o rumo que estavam a dar à questão, dificilmente iria levar a bom-porto.
    A linguagem que falam as pessoas que respeitam os animais é diferente da linguagem que falam os vereadores, na maioria dos casos, os cargos são-no meramente políticos. Não têm qualquer sensibilidade ou interesse pelas áreas que representam.
    Eu penso que a Câmara Municipal de Oeiras, há muito tempo que deveria ter sido “apertada” em relação a este assunto. Mas o aperto não é com conversas, porque isso é o que fazem todos os dias os políticos, é mesmo com acções judiciais.
    Já nem sei há quantos anos falam eles do fantasma do canil de Vila Fria. No entanto, o “canil” onde tudo acontece parece continuar a ser o antigo/actual matadouro em Paço de Arcos.
    Se a veterinária municipal bastas vezes se agarra à lei para não deixar de lá sair animais (antes do tempo previsto por lei – e isso aconteceu comigo), então o que diz a lei em relação ao bem-estar animal? Ou só se cumpre a lei quando isso dá jeito?

  6. Teresa Says:

    Também sou Municipe de Oeiras, e pergunto-me qual será a “influência” que a veterinária tem sobre o Presidente, para que este não a ponha no seu lugar.

  7. Ana Teresa Cunha Says:

    Desde 2007 que se vem manifestando na sociedade portuguesa uma acentuada preocupação com os direitos e bem-estar animal, bem patente em todos os movimentos de cidadãos pela melhoria das condições degradantes em que se encontram, a grande maioria dos canis/gatis municipais e pelo fim do ultrapassado e inclemente método de eliminação sistemática e indiscriminada dos animais acolhidos nos canis/gatis oficiais que não sejam reclamados em poucos dias.

    Todos os dias somos confrontados com notícias sobre as atrocidades que são cometidas na maioria dos canis/gatis oficiais, como o caso mais recente do canil municipal da Câmara da Lousã, que no passado dia 16 de Março, num acto de violência gratuita, foram abatidos, pelo veterinário municipal, 16 animais: jovens, saudáveis e muitos deles em vias de adopção.

    Sempre fui e sou contra generalizações de qualquer espécie. Acredito que em todas as profissões existem bons e maus profissionais, mas perante este panorama, constata-se que por um fenómeno inexplicável, há um surto epidémico de maus profissionais a desempenharem o cargo de veterinário/a municipal.

    Quando estas práticas passam para o domínio público, é vê-los e ouvi-los, num despudor sem limites, argumentarem que são acusações falsas e caluniosas, cujo objectivo é denegrir a imagem e o bom nome do médico veterinário e da autarquia. Ainda não perceberam que o respeito conquista-se e que são eles próprios, com procedimentos contra toda a ética, que desprestigiam a classe, e não quem lhes aponta o que está errado!

    Revelador de que o executivo de Oeiras tem noção das condições inaceitáveis do canil de Paço de Arcos, na rua PiauÍ do Brasil, é a proibição da entrada a quem se dispõe ver os animais ali acolhidos.

    No site da câmara, sem nenhum destaque, estão durante meses a fio, as mesmas fotografias dos animais para adopção. No período que decorreu de 31/08/2010 até 09/02/2011, permaneceram as fotografias de seis animais para adopção, que desaparecem do site – de um momento para o outro – sem deixar rasto, sendo as fotos substituídas por outras quatro que lá continuam desde 28/02/2011, até hoje.
    Tanta negligência desmascara de uma maneira exuberante a censurável conduta da responsável do canil!
    (Não se iludam com o enquadramento das fotos. São tiradas num canteiro, só para munícipe ver).
    Nesta altura, Impõe-se as perguntas comprometedoras:
    Durante seis meses não houve capturas? Não houve entrega de animais no canil? O canil só tem quatro animais para adopção? O que aconteceu aos anteriores seis animais que estavam para adopção? Foram adoptados? Foram abatidos? Que destino têm os animais que não têm direito a divulgação?

    Qualquer idiota percebe que a direcção do canil recusa-se a divulgar o número de animais recolhidos, entregues, adoptados ou abatidos porque a verdade é chocante. Assim, como se opõe a uma correcta divulgação dos animais para adopção, para evitar criticas pelo destino que lhes deu.

    Convém, desde já, que a direcção do canil comece a pensar numa boa justificação porque segundo informação no site: (www.base-gov.pt) foi celebrado, pelo município de Oeiras e a AMBIMED um contrato, datado de 26/05/2010, por um período de um ano, pelo valor de 19.000,00€, para aquisição de serviços de recolha e destruição de animais de companhia.
    Esta empresa cobra por animal, um euro por quilo. O que significa que o canil de Oeiras estima, para um ano de actividade, que o peso dos cadáveres dos animais possa atingir os 19.000Kgs. Para se ter uma ideia a quantos animais corresponde, basta dividir os 19.000Kgs. por um peso médio de 25Kgs, por animal, e encontramos 760. Mesmo subtraindo a este número os cadáveres de animais entregues pelas clínicas veterinárias e pelos particulares, mesmo assim, somos confrontados com um elevado número de animais abatidos por ano.
    Convém, lembrar que a muitos destes animais nem sequer lhes foi dada a oportunidade de divulgação, para uma possível adopção, quanto mais o direito de continuarem a viver!

    Tudo isto se passa sob a arrogante e prepotente direcção da veterinária, Dra. Luísa Carmona, que para esconder a realidade, recusa abrir as portas do canil às associações e aos munícipes.
    Tenho a certeza, absoluta, se as paredes dos canis fossem de vidro, e se estivessem sob o escrutínio da opinião pública que a postura desta “gentinha” seria totalmente diferente.

    Mas, pasme-se, em 2009, o presidente da câmara de Oeiras distinguiu a Dra. Luísa Carmona com um louvor público “……. à fiscalização sanitária e à promoção de acções conducentes ao bem-estar animal e à higiene pública veterinária…”, conforme DR nº 43 de 3 de Março de 2009.
    Era útil que o Dr. Isaltino de Morais explicasse aos munícipes se o louvor foi atribuído pelo número de abates, em nome da higiene pública, ou pelas multas passadas na fiscalização sanitária.

    Isto, só é possível, num país, onde se premeia a incompetência e desculpa-se o autoritarismo imbecil!

  8. Silvia Marques Says:

    ” … É essencial a criação de uma divisão própria afecta ao pelouro do ambiente em todas as autarquias, deixando os centros de recolha de fazer parte da divisão de salubridade. A eutanásia de animais saudáveis é absolutamente inaceitável e deverá ser proibida, substituindo-se à actual política por uma estratégia baseada na esterilização e na adopção responsável, com os centros de recolha a assumirem essa responsabilidade, possivelmente em parceria com associações animalistas locais. Os centro de recolha não deverão ser apenas locais de alojamento de animais, mas pedras basilares na promoção do respeito pelos animais no respectivo concelho, com o compromisso de informar e sensibilizar a população para as questões animais, através de campanhas e outras iniciativas, devendo dispor de pessoal habilitado para esse efeito. Deve-se estudar a possibilidade dos centros de recolha oferecerem serviços ao público – consultas veterinárias, tosquias, incineração de cadáveres de animais, etc – no sentido de se autofinanciarem, pelo menos parcialmente.” … in Declaração de Princípios do Partido pelos Animais e pela Natureza … Se concorda com os princípios do PAN
    e quer fazer parte deste movimento de mudança, filie-se no partido! O PAN quer contar com o apoio de todos os que se revêem nas suas propostas e que consideram ser este o momento para uma verdadeira mudança nas prioridades do país. Só juntos poderemos ajudar os animais. http://www.partidoanimaisnatureza.com

  9. Maria Mayer Says:

    De facto, todas estas constatações de factos, têm um caracter obscuro e suspeito. Um Municipio como Oeiras tem apenas um veterinário Municipal?! Com um regime de ditadura??! Passam os Vereadores e todos se abaixam perante esta autoridade( que deveria ser ao revés) até os Presidentes da Camara fazem vénias e premeiam tal dita “profissional de Medicina Veterinária” que é definido como ” o profissional autorizado pelo Estado para exercer a Medicina Veterinária, ocupando-se da saúde animal, prevenindo, diagnosticando e curando as doenças, o que requer conhecimento detalhado de disciplinas académicas (como anatomia e fisiologia) por detrás das doenças e do tratamento – a ciência da medicina – e também competência na sua prática aplicada – a arte da medicina.

    Tanto o papel do médico e o significado da palavra variam significativamente ao redor do mundo, mas como compreensão geral, a ética médica requer que médicos demonstrem consideração, compaixão e benevolência perante os seus pacientes animais.”

    Perante iesta definição e os factos apenas posso dizer: ??????????!

  10. Filomena Viana Says:

    Portugal nao deveria fazer parte da Europa ate que nao mude os direitos dos animais; as condicoes horriveis dos canis municipais; a punicao e ban oficiosa de quem maltrate os animais.
    Todos os animais deveriam ser chipados gratuitamente pelo municipio no sentido de apanhar quem abandone ou maltrate um animal.
    E doloroso verificar as condicoes dos animais nesse Pais.

  11. João Miranda Says:

    Sou-vos franco. A mim o que mais me preocupa não é que os cães precisem de perder os tintins para não emprenharem cadelas. Politicamente incorrecto mas descaradamente verdadeiro. O que me irrita, piss off,. Para por em termos internacionalmente percepcionáveis, é que os liquidem indiscriminadamente. O melhor amigo desde há 11 000 anos?! Que ingratidão! Agora práticos: a respeito dos cães nem vale a pena relembrar os bons serviços que prestam à sociedade quando toca a guardar rebanhos ou a topar a droga. Para isto já há narizes electrónicos. Aquilo em que a sua utilidade demonstradamente se manifesta de forma insubstituível é como companhia e objecto de satisfação emocional. Catalisadores das endomorfinas que tão bem nos fazem sentir. São a companhia do reformado e o suplemento educacional da criancinha. Vector de responsabilização até ao dia em que o menino ou amenina o trocam pela namorada (o), e quem passa a levar o cão à rua é o papá ou o avô. Ainda assim contribuindo para que o umbigo dos referidos não ultrapasse o cinto das calças. Que o exercício só lhes faz bem. “ Enough” ou quase. A maioria dos adultos já se não atura uns aos outros para lá de certo limite. Todos são de igual modo autónomos no que toca à “ arte” de fazer guita. Aparte: hoje já é Arte.
    Se não houvessem cães e gatos o mais certo era os manicómios já terem transbordado com deprimidos. O Sr. Cão e o Sr. Gato são por estas razões, quer os iluminados concordem quer os estúpidos ou mal – intencionados discordem, uma mais valia social sem paralelo.
    O que eu fazia, “se mandasse”. Lembram-se da frase? Era proibir a importação de cães. Acabar com a reprodução comercial. Transformar os canis / gatis em centros de acolhimento e adopção – pensem no RSPCA inglês – Obrigar as distraídas Autoridades a aplicar na íntegra as leis sobre esta matéria que para aí abundam e que são do total desconhecimento do subchefe. Porque se está c….! Mandava castrar, sim, ou encarregava-me disso pessoalmente e com prazer, todo o cobarde que maltratasse um cão ou gato.
    Etc. etc. etc.

    Abraço
    João

  12. Sofia Goncalves Says:

    Portugal é um país que teima em viver na Idade da Pedra, e Oeiras mais uma vez vem demonstrar, o quanto os politicos são falsos. Prometem muito, mas nunca fazem nada. O que era de estranhar mesmo era evoluirem…

  13. José Luis Silva Says:

    Após ler estes comentários, reflecti… Tentei imaginar um Município (Oeiras ou outro) em que os Munícipes não ligassem para o canil a solicitar a recolha de animais que andam a deambular pelas ruas, Um Município sem munícipes a alimentar cães, gatos, pombos etc, na via pública, Um Município com um canil com óptimas instalações, com capacidade… sei lá para 100 cães e 100 gatos, (visto serem os animais domésticos mais comuns no nosso país). Um Município com verba suficiente para pagar os empregados necessários para cuidar destes animais, também com verba para manter a alimentação destes animais por 7 anos, isto considerando que eram só estes 200 animais durante 7 anos. Ora se formos considerar um Canil como o de Oeiras, Município cujas estimativas do INE para a população residente em 2009 era de 172 609 Indivíduos, (nem quero imaginar o nº de animais entregues e recolhidos pelo canil durante um ano e quando digo recolhidos estamos a falar por denúncia de Munícipe, porque até hoje ainda não ouvi falar de canil municipal que tivesse a “carrocinha” a circular em busca do cão e do gato de rua) a petição aqui apresentada representa a vontade de 0,18% dos indivíduos residentes. Não digo que não seja importante, claro que é, só que para levar as coisas a bom porto é preciso muito mais apoio afinal trata-se de redistribuir verba dos impostos dos outros 99,82% a um departamento que à maior parte dos munícipes não diz nada (para mal dos nossos pecados).
    Quanto à “matança e abate indiscriminado” que por aqui tantas vezes vejo referido, alguém imagina um(a) Médico(a) veterinário(a) que passou uma carrada de anos a estudar, e gostar de matar indiscriminadamente animais?
    Em título de opinião pessoal é um acto imposto pela função. Função essa que é regulada pelo Ministério, pelo Presidente de Câmara, pelo Vereador… enfim acho que a posição de Veterinário Municipal está no fundo da hierarquia , afinal o VM tem de zelar pela saúde pública e a lei ordena que se recolham os animais abandonados, infelizmente a lei nada menciona sobre a exigência de um espaço infinito onde os guardar, e por mais que haja divulgação há sempre o cãozinho que já é velhote, é feio, ladra muito, morde o vizinho, enfim, enumeras causas para não se adoptar um animal, e o que se faz aos excluídos?

    Quanto aos contratos com empresas para cremação de cadáveres também convém lembrar que os atropelados e encostados à berma também entram nas contagens, entra o gato, entra o cão, entra o pombo, entram todos uma vez que a lei proíbe que se deitem no lixo.

    Enfim já que por aqui as baterias estão todas apontadas pro mesmo sítio, estou a tentar dar outra visão da realidade.

    José Luis Silva
    Ex. funcionário de um canil de Portugal

  14. Elisabete Miranda Says:

    Caro ex-funcionario de um canil, Sr. José Luis Silva.
    Só lhe vou dar uma resposta: Imagine um canil, onde todos os colaboradores e associações tentam tratar dos animais que recolhem com dignidade, mesmo sendo um Canil Municipal, e procuram soluções para cada um deles, com a colaboração de uma lista de voluntários. Acha isto possível? Pois é possível sim!!! E é em Portugal! Inacreditável não é? Pois se um Canil (e se calhar há mais exemplos como este…) consegue fazê-lo, TODOS poderiam fazer o mesmo! Com ajuda, com trabalho, com voluntariado e com vontade! Estou a falar do Canil Municipal do Seixal, que luta todos os dias para melhorar as condições dos animais (cães, gatos e até pombos) que alberga! Por isso, tenha cuidado nas suas análises e não se limite apenas aquilo que conhece. Abra a sua mente e alargue os seus horizontes. Talvez um dia perceba que também há Veterinários, que se matam a estudar durante anos e mesmo assim reconhecem que os animais têm de ser tratados com dignidade. E tudo fazem por isso! Temos todos, licenciados ou não, obrigação de os tratar assim! Elisabete Miranda – voluntária

  15. Teresa Castelo-Branco Says:

    Ao Sr. José Luis da Silva
    Perdoe-me a indelicadeza, mas parece-me um pouco ultrapassado.
    Em minha opinião, quando refere “sem munícipes a alimentar cães, gatos, pombos etc, na via pública” podemos evoluir para a “criação da figura de cães e gatos comunitários, esterilizados, alimentados e supervisionados pela população local. Existe neste País muita gente conforme afirma, que alimenta animais na rua, ás suas expensas, acha que esta não poderia ser uma via de evolução? Crê que as pessoas que alimentam animais na rua, não ficariam mais satisfeitas se esta tivesse uma forma legal?
    Quando refere “Um Município com um canil com óptimas instalações” em minha opinião não se pretendem “óptimas instalações”, mas sim, condições condignas, acaso já visitou o “canil” de Oeiras?
    Quando refere “Um Município com verba suficiente para pagar os empregados necessários para cuidar destes animais,” e o voluntariado?, porque razão não deixa a Drª Luisa Carmona (médica veterinária do canil de Oeiras) que haja voluntários? Porque trata o canil como sendo sua “proprietária”? Porque não permite que as associações de animais levem os cães e gatos para adopção? Porque razão o site do canil de Oeiras tem apenas meia duzia de animais para adopção? Porque razão não deixa que os animais sejam fotografados pelas associações para divulgação? Porque é que o site do canil municipal é decrépito? E as campanhas que as associações fazem, porque é que o Municipio não as deixa ajudar ?
    Porque é que para um animal ser resgatado do canil de Oeiras são precisas mais de duas semanas? Porque é que a Drª Luisa Carmona não tem mais tempo para o canil? Porque é que o canil só está aberto das 9H às 16H?
    Quando refere “alguém imagina um(a) Médico(a) veterinário(a) que passou uma carrada de anos a estudar, e gostar de matar indiscriminadamente animais? Em título de opinião pessoal é um acto imposto pela função. ”
    Acto imposto pela função? Acaso tem conhecimento dos canis anti-abate como Seixal, Valango, Lagos, Óbidos, Alcochete, Matosinhos, etc…
    E quanto à forma de abate? Porque é que há veterinários que são verdadeiros carrascos? A lei diz que a morte de um animal deve evitar o sofrimento do animal, e aqueles veterinários que os eletrocutam? (sempre fica mais baratinho)…
    Quando refere “cãozinho que já é velhote, é feio, ladra muito, morde o vizinho, enfim, enumeras causas para não se adoptar um animal, e o que se faz aos excluídos?” A estes sempre os podemos proteger, nas associações, nos canis, e nas FAT’s.
    Quem ama os animais não se importa se ele é feio ou velho, há sempre um eterno agradecimento no olhar de um animal maltratado, velho e doente.
    Por isso Sr. José Luis da Silva, vamos mudar de mentalidade, vamos evoluir podemos sempre:

    Divulgar animais capturados (que não se faz);
    Esterilizar animais de rua, implementando um programa RED (que não se faz);
    Em caso de necessidade de abates, fazê-lo de forma selectiva e não indiscriminada; E SEM SOFRIMENTO PARA O ANIMAL;
    Melhorar as condições doS canis;
    Implementar programas de sensibilização ambiental, de adopção, e de não abandono;
    Abrir as portas ao Voluntariado;
    Criar Protocolos com as Associações;

    É mais barato esterilizar e libertar do que capturar, alimentar, abater e cremar.
    Aconselho-o també a ler:
    Resolução da Assembleia da República n.º 69/2011

  16. José Luis Silva Says:

    Ora Boa noite,

    de facto fui ler a resolução que menciona, e tomei atenção ás 2 primeiras linhas “A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo que:” e sublinho governo, dá para perceber quem tem o poder para elaborar normas e leis, e estando elas criadas, quem estiver abaixo na hierarquia terá de cumprir.

    O animal comunitário é engraçado, ainda não tinha ouvido falar, sendo uma comunidade unida acho que podia resultar, enquanto o canito comunitário não saltar para a frente de um carro e provocar um acidente. Enquanto a comunidade recolher os restos de comida que o gatito comunitário deixou, para não atrair baratas e ratos para as casas da comunidade tá tudo bem. Enquanto o canito comunitário não morder nenhuma criança também vai tudo óptimo. Se qualquer individuo da comunidade se predispuser a apanhar os dejectos do canito comunitário para o ceguinho da comunidade não escorregar, aí é tudo maravilhoso.
    Eu até acredito que existam vários locais no país onde esta situação seja possível, mas quando as leis e regulamentações são aprovadas são para todos, e se, em algumas comunidades até queriam adoptar um caniche para animal de rua, haveria outras a quererem um pitbull, enfim acho que não vale a pena continuar por esse rumo, afinal quem quer um animal de estimação, um amigo, é suposto assumir a responsabilidade perante esse animal, tanto a nível de saúde como civil entre outras, não se pode responsabilizar uma comunidade por um animal.

    Voluntariado, palavra muito nobre, já alguém verificou a burocracia necessária para autorizar o voluntariado numa câmara Municipal, mas é apenas um pormenor. Concordo inteiramente com o voluntariado, até acho que junto com o texto da petição entregue deveria ir uma lista das pessoas que se declaram como voluntárias para ajudar. Mais ainda, deveria ir uma proposta de projecto com uma escala de voluntariado afinal de pelo menos 1 ano, com opção de renovação, ou seja, uma escala de serviço voluntariado, que indicasse quem se responsabilizaria pela alimentação e limpeza dos animais no canil, e faço já saber que os animais não têm feriados, nem dias santos, nem férias. Mas acho que sim uma proposta bem apresentada, bem formulada, era bem capaz de ser aceite por qualquer câmara Municipal. Afinal trabalho gratuito pelo bem da comunidade é sempre benvindo. Agora não esperem que uma câmara Municipal modifique o seu modo de actuação porque aparece alguém que quer ser voluntário ás vezes porque lhe dá jeito. Elaborem uma proposta e assinem por baixo.

    Quanto ao Horário do canil… das 09:00h ás 16:00h não chega ? tenho em mente que, para quem se quer dirigir a um canil para adopção, o tempo é mais que suficiente, afinal não andamos a adoptar animais todos os dias, e quem realmente quer encontrar um amigo para o resto da vida, e salvar um animal de uma vida enclausurada o tempo é mais que suficiente.
    Em simultâneo compreendo perfeitamente que o horário não abona muito “o amigo dos animais que quer sair do emprego e ainda passar no canil pra vistoriar”, aí o horário é extremamente aborrecido.

    Canis anti abate, segundo o site http://www.base-gov.pt:
    Valongo – 270 dias 4.065,71 € (contrato com ambimed) os outros gostava de saber qual o valor dos outros que mencionou é que até podem ser anti-“abate” mas devem ter animais para cremar… para onde vão ?

    “Em caso de necessidade de abates, fazê-lo de forma selectiva e não indiscriminada; E SEM SOFRIMENTO PARA O ANIMAL;”

    em primeiro lugar os canis realizam eutanásias que não provoca qualquer sofrimento ao animal.
    e já agora agradecia a definição de forma selectiva… (é só pra saber qual o tipo de eutanásias que V. Exa considera correcta)

    E por hoje já chega, está um debate interessante, quem sabe se chegaremos a um consenso.

    José Luis Silva

  17. Paula Santos Says:

    Os animais têm direitos e sentimentos como qualquer dito “ser humano”!
    Por favor ajudem a ajudar!!

  18. Natalia Vilarinho Says:

    A via do diálogo nunca funcionou com políticos. Para quando cartazes à porta do Canil Municipal de Oeiras, à porta da Câmara Municipal de Oeiras, a perseguir o Isaltinóide nas suas Campanhas Autárquicas? Para quando panfletos nas caixas de correio de todos os munícipes? Para quando começar a relatar o que acontece no Canil de Oeiras? A maior parte dos munícipes NÃO IMAGINA o que acontece ali!!

    Vamos para a RUA!!!!!

  19. Para José Luis Says:

    José Luís,
    O que aqui se sugere, não é utópico, e comprovadamente funciona, em melhor escala, do que o procedimento comum feito em muitos canis municipais, como o de Oeiras (e é mais barato!! incrível, hum?)
    Em muitos municípios, o “animal comunitário” já existe. Maioritariamente são gatos, que vivem em colónias controladas, mas há também casos de cães, matilhas que não incomodam ninguém, e que vivem recolhidos ou vivem em vilas, têm abrigos, são alimentados por moradores.
    Quanto à alimentação, esta seria dispensada em locais específicos, em quantidade necessária, e seria apenas ração seca, eliminando a questão que refere, de “atrair baratas e ratos para as casas da comunidade”…

    Realmente também me irrita quando piso um cocó de cão, aqui e ali, mas acho que os que piso são mais de cães com dono do que de cães comunitários… Sugiro que dirija a sua indignação a tais pessoas, para que possamos contribuir para uma melhor qualidade ambiental!!

    Não podemos continuar a expandir a nossa intervenção humana, aniquilando tudo o que mexe, à medida que avançamos, em busca de um ambiente estéril!
    Pense nisso!

  20. Para José Luis Says:

    José Luís,
    O que aqui se sugere, não é utópico, e comprovadamente funciona, em melhor escala, do que o procedimento comum feito em muitos canis municipais, como o de Oeiras (e é mais barato!! incrível, hum?)
    Em muitos municípios, o “animal comunitário” já existe. Maioritariamente são gatos, que vivem em colónias controladas, mas há também casos de cães, matilhas que não incomodam ninguém, e que vivem recolhidos ou vivem em vilas, têm abrigos, são alimentados por moradores.
    Quanto à alimentação, esta seria dispensada em locais específicos, em quantidade necessária, e seria apenas ração seca, eliminando a questão que refere, de “atrair baratas e ratos para as casas da comunidade”…

    Realmente também me irrita quando piso um cocó de cão, aqui e ali, mas acho que os que piso são mais de cães com dono do que de cães comunitários… Sugiro que dirija a sua indignação a tais pessoas, para que possamos contribuir para uma melhor qualidade ambiental!!

    De qualquer forma, não podemos continuar a expandir a nossa intervenção humana, aniquilando tudo o que mexe, à medida que avançamos, em busca de um ambiente estéril!
    Pense nisso!

  21. Isabel Magalhães Says:

    Ao ler a intervenção do leitor José Luis Silva [Abril 7, 2011 às 12:28 am] decidi comentar mas, entretanto, já as leitoras Elisabete Miranda e Teresa Castelo-Branco tinham dado a pertinente resposta após o que o referido leitor e ex-funcionário de um canil municipal, resolve enveredar pela via da ‘bem dispostice’ – para não lhe chamar ironia, gozo, chacota – o que de facto inibe quem quer falar seriamente de seres sencientes tratados sem a mínima caridade Cristã.
    Mas deixemos o dito senhor de lado… Que a situação económica da CMO é má já consta há algum tempo; que a construção do canil não avança por esse motivo também consta mas o que não podemos esquecer é que o presidente da CMO é um homem hábil a negociar – empréstimos, mecenatos, patrocínios – e caso se empenhe na mais que urgente e necessária construção do canil conseguirá ‘Milagres’. Assim o queira! Os cães não votam mas a comunidade de munícipes com animais domésticos tem cada vez mais peso.

  22. José Luis Silva Says:

    Dª Isabel Magalhães

    Quanto à bem dispostice, quanto à ironia, tem toda a razão faz parte da minha maneira de ser, e de muitos portugueses felizmente, senão andávamos todos com carantonhas feias e à paulada uns aos outros.
    Em referência ao gozo e à chacota já não concordo consigo, é simplesmente uma madeira diferente de encarar as múltiplas soluções aqui apresentadas.

    Quanto ao texto de Para José Luis Diz:
    “Em muitos municípios, o “animal comunitário” já existe. Maioritariamente são gatos, que vivem em colónias controladas, mas há também casos de cães, matilhas que não incomodam ninguém, e que vivem recolhidos ou vivem em vilas, têm abrigos, são alimentados por moradores.
    Quanto à alimentação, esta seria dispensada em locais específicos, em quantidade necessária, e seria apenas ração seca, eliminando a questão que refere, de “atrair baratas e ratos para as casas da comunidade”…”

    (sem qualquer ironia, gozo e chacota) acho que este texto é o início de uma boa ideia a apresentar à CMO.

    e continuando a falar a sério peço que me indique meia dúzia de municípios com esta solução implantada, uma vez que me refere que existe em muitos, é que sinceramente desconhecia por completo e gostava de verificar o funcionamento do sistema de animal comunitário.

  23. Ana Teresa Cunha Says:

    Em nome de uma política de saúde pública que se recusa a encarar o problema pela raiz, cães e gatos são capturados, aprisionados em ambientes hostis e insalubres – os canis/gatis municipais – nos quais permanecem por alguns dias de martírio, antes se serem submetidos ao sistemático extermínio.

    Só por uma espantosa ignorância é que os defensores da eliminação de animais invocam como justificação a necessidade de evitar um grande número de animais nas ruas – como se a chacina fosse um método eficaz no controlo da sobrepopulação – e mencionam os riscos que os animais representam para a saúde pública, como se a vacinação não fosse o único meio eficaz de controlo de doenças.

    Segundo estudos efectuados, há mais de dez anos pela OMS, Instituto Pasteur e OPAS – organismos de reconhecida reputação internacional – concluiu-se:

    “Estima-se que o método de extermínio de animais teria eficácia se 80% dessa população fosse eliminada em 60 dias, período correspondente à gestação de uma cadela, e os 20% restantes esterilizados dentro desse período de tempo, o que representa tarefa impossível de ser cumprida em qualquer parte do mundo”.

    A insistência no método de abate pelos organismos oficiais e praticado indiscriminadamente pelos veterinários municipais, além de ineficaz e dispendioso não conduz à solução do excesso de população, o que revela uma má gestão dos dinheiros públicos.

    As verbas destinadas à eliminação deveriam ser aplicadas num activo programa de ESTERILIZAÇÃO para que a natalidade seja controlada, uma vez que é a única forma eficaz de reduzir a população de animais errantes.

    Transcrevo a resposta dada pela veterinária municipal – Dra. Luísa Carmona – a um munícipe que pretendia resgatar o seu cão do canil municipal (site: http://www.encontra-me.org, apelo nº 6399), e que revela de uma forma inequívoca a desumanidade e frieza da autora perante o sofrimento dos animais além da ausência de consideração pelos munícipes.

    “Cão encontrado no canil de Oeiras infelizmente ferido a sangrar do focinho por motivo de estar enjaulado. Não o consegui levantar pois a exmª Srª Veterinária tinha mais que fazer do que passar lá para me entregar o cão que ficou lá mais um dia a sofrer.”

    Dado a multiplicidade de funções de um médico veterinário, escapou-me sempre a compreensão como é que um concelho com a dimensão de Oeiras tem, ao seu serviço, só uma veterinária. A explicação talvez seja porque no canil de Oeiras os animais são tratados abaixo de cão, como sacos de lixo ou mero desperdício a eliminar.

    Haja alguém que meta na cabeça desta gente – nem que seja à martelada – que os animais têm direitos e que o Estado e a sociedade têm por obrigação, garantir o respeito e bem-estar destes, enquanto seres dotados de sensibilidade e que a prática da eutanásia deve ser um acto médico para suprimir dor e sofrimento, a um animal, antecipando o seu percurso inevitável para a morte.

    Apenas uma conclusão final: a típica figura lusitana de seu nome “josé luís silva” – felizmente uma espécie em vias de extinção – há um ditado popular que lhe assenta como uma luva: vozes de burro não chegam ao céu.

    Quem percebeu, percebeu… quem não percebeu, percebesse.

  24. Para José Luis Says:

    Bom dia,
    Sim, esta ideia já foi apresentada à CMO. Por isso este Grupo se manifesta agora: porque apesar de as medidas apresentadas terem sido acolhidas pela CMO, não se vê nada implementado, não há novo canil, não há divulgação de animais, não há voluntariado, não há esterilizações de errantes, não há nada para além de um matadouro de cães e gatos. Pronto, é isto.
    Estão já implementados, em alguns municípios do país, programas de esterilização de animais, ditos comunitários, nos moldes atrás referidos. São eles, a título de exemplo, Sintra, Lisboa, Valongo, que me lembre de momento, embora em Lisboa existam muitas arestas por limar.
    Por este mundo fora, o conceito é já largamente implementado em grandes cidades, como Roma, em que lá está, não se aniquila tudo o que mexe, porque sim.
    Se pesquisar sobre programas CED, RED, esterilização de errantes e animais comunitários, encontrará muita matéria sobre o tema.

  25. hopemlm Says:

    Exmo.Sr. Vereador Ricardo Barros,

    Lamento ter de enviar este email para si e dizer-lhe que Oeiras faz parte dos canis negligenciados, com fama fora de Portugal apesar de já existirem no nosso país uns quantos que poderiam servir de exemplo, pois são de não abate(Só abatem em casos extremos de doença ). Até no Canadá se ouvem os horrores do meu Município que, apesar de tantas vezes as pessoas responsáveis terem sido procuradas por munícipes que apenas querem mudar este estatuto e as condições em que são tratados os seus animais (realmente lamentáveis), não são alvo de nenhuma medida correctiva.

    Por quê? Qual a razão para um Município responder através dos seus responsáveis por este pelouro, que não deixam entrar voluntários nem Associações para ajudar neste Canil apesar das suas condições vergonhosas (por vós mesmos reconhecidas)?
    Citando-o a si numa das reunião de 2010 :” chamar a isto canil, é uma vergonha para qualquer Canil”, e, no entanto, não se pode fazer nada para mudar? Esperar pelo novo Canil Municipal, não é uma solução, pois, para além de tardar, nada nos promete que o espírito existente se altere!

    O que se passará quanto a este Canil, que cada vereador que chega, mesmo que de inicio tente averiguar as condições do mesmo, acabam por nada fazer, e concordar que Oeiras, no que ao Bem-Estar diz respeito, está a Zero.

    O que se passará, para que uma veterinária Municipal, nomeadamente, tenha o poder de fazer o que quer e bem lhe apetece, com os nossos animais, do nosso Município??!!

    Este é um assunto que me dá um grande mal estar, confesso. Que constrangimentos impedirão uma acção por parte do Dr. Isaltino de Morais, (que consta que gosta de animais) para ignorar estes apelos que são de longa data e cada vez mais numerosos??

    Cada vez, por não ter opção e ser obrigada a passar pelas instalações deste Canil, uma grande e preocupada tristeza me invade, por saber as condições em que
    estes animais se encontram, e o sofrimento que daí advém! Gostava mesmo de poder dizer que o meu Concelho é um exemplo e Marca o Ritmo!!

    Com respeitosos cumprimentos, subscrevo-me

    Maria Mayer

    P.S. Em anexo, mando-lhe uma compilação de comentários e reacções recebidos por mails de todo o lado, de várias pessoas e até de outros países relativamente aos Canis Municipais. De notar que o nosso canil não é muito referido, por não termos imagens para mostrar pois o acesso às ignóbeis instalações é-nos vedada.

    Contudo não é por isso que deixamos de possuir testemunhos escritos, narrados por algumas pessoas que passaram pelo crivo da proibição e que descrevem a imundice do local onde aprisionam os animais. TODOS sabemos que a realidade deste canil não difere, infelizmente, dos canis mencionados no anexo e é igualmente conhecida!

  26. hopemlm Says:

    Boa tarde,

    Agradeço o seu email e tal como referi anteriormente também eu já demonstrei a minha preocupação sobre este assunto.

    Já por diversas vezes, e de uma forma frontal, assumi as nossas lacunas e expliquei o que estávamos a fazer para resolver esta situação.

    Estou certo que melhores tempos virão a breve trecho.

    Atentamente

    Ricardo Costa Barros

  27. hopemlm Says:

    Exma. Senhora,

    Referindo-me ao assunto que motivou a V. reclamação, dou por este meio conhecimento que de facto não é permitida a entrada de munícipes nas instalações do Canil Municipal, por se tratar de uma zona técnica onde estão alojados animais em sequestro sanitário, animais doentes em recuperação e animais agressivos.

    Informo, no entanto, que é permitido o acesso à área não técnica do Canil Municipal, mas devido à estrutura que o Município possuí, estas instalações situam-se em Vila Fria, o que por vezes impede que de uma forma imediata os munícipes ali possam ter acesso.

    É intenção do Município de Oeiras acabar com os animais abandonados, promovendo activamente a sua adopção. Estamos a trabalhar para pôr a funcionar um espaço condigno onde os animais possam ser acolhidos e tratados, só depois dados à adopção. Paralelamente pensamos lançar uma campanha de sensibilização abrangente, como “imperativo de consciência” denunciando, por exemplo, que os animais muitas vezes são lançados nas ruas pelos seus próprios donos. É aqui que a colaboração de voluntários que a nós se queiram juntar irá ser crucial para que possamos ter um trabalho cada vez mais eficaz na promoção dos direitos dos animais e na sua protecção e só assim poderemos criar as condições para que os animais sejam entregues já vacinados e desparasitados, ou seja, para que adoptar um novo amigo, afinal, não acarrete qualquer despesa. Estamos a regulamentar estas matérias, prevendo a papel crucial do voluntariado.

    É nossa convicção que com esta atitude estamos a concorrer para a prestação de um serviço público com reflexos directos na saúde pública e no bem estar animal, por isso, em prol de todos.

    Postos estes esclarecimentos, agradecemos o V. contacto, ficando ao dispor para o que tiver por conveniente.

    Município de Oeiras

  28. alexandra ferreira Says:

    A mim, sinceramente, para além dos cães, preocupa-me bastante o estado dos gatos largados no jardim de Oeiras que tem em abundância placas que nos pedem para não alimentar os mesmos sendo que estes caçaram os ratos que por ali andam; não acredito que tanto gato consiga comer decentemente com os ratos que por ali passam, as condições não são as melhores, já não é a primeira vez que oiço que os gatos são atropelados porque fogem dali para a estrada ao pé da estação e o pior é que como estão habituados à presença humana, muitas das vezes porque foram abandonados, chegam-se ao pé de qualquer um que lhes estique a mão, assim, sempre que há “feiras” e “festas” estes mesmos gatos que a câmara tanto preza para que tratem dos ratos, são ma tratados por miudos que se embebedam ou simplesmente se divertem a dar-lhes pontapés, eu ja presenciei isto, para alem do mais no outro dia estava no jardim, no parque de crianças, com a minha irma mais nova e aproximou-se de mim um gato bebe que nao me largava, estava super magro e esteve a seguir me para todo o lado, quando tive que pegar nele ao colo para o levar longe de mim para que nao me seguisse o segurança do jardim disse que esse mesmo gato tinha sido ali deixado por uma senhora no dia anterior, agora expliquem-me como é que estes gatos, que supostamente deveriam estar sob o abrigo da camara em troca de manterem o jardim livre de ratos, estao seguros e saudaveis se sao mal tratados por muitos que ali passam, passam fome e simplesmente sao abandonados? acho que ninguem na camara tem noçao da imensidao de animais que ali estao abandonados e apenas se preocupam com os caes, coisas que nao sei bem porque pois vao para o canil para serem abatidos, mais vale deixa los na rua pois ha muita gete que nao leva estes animais para casa e os alimenta deixando os assim mais ou menos felizes junto de outros animais

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