Cão Comunitário – Cartaz para divulgação do conceito (ponto 8 da Resolução da AR 69/11)

O Bóris, em reconhecimento do apoio que recebeu dos amigos quando se viu só, convidou o bi-campeão europeu de judo, João Pina, para o ajudar a salvar outros cães nas mesmas circunstâncias.

Com um grupo de pessoas que aceitaram dar o seu tempo, a sua imagem e as suas competências, fizeram este cartaz para divulgar o conceito de cão comunitário, e exigir às autoridades competentes , DGV e Câmaras Municipais, que os cães possam subsistir no seu habitat natural (por exemplo, os cães de oficinas e fábricas que a crise está a atirar para a falência) e os canis deixem de perseguir e capturar os animais, cuja subsistência e vigilância veterinária é garantida por uma parte de uma comunidade local de moradores.

Contamos consigo para imprimir este cartaz e colocá-lo na sua escola, no mercado, na fábrica, na rua, na junta de freguesia, no veterinário, no café, enfim, onde achar que o mesmo pode ter impacto e mudar assim o destino de muitos animais que hoje têm a vida ameaçada.

Resolução da AR 69/11

9 Respostas to “Cão Comunitário – Cartaz para divulgação do conceito (ponto 8 da Resolução da AR 69/11)”

  1. susana bastos Says:

    Se cada pessoa cuidar um pouco dos animais do seu bairro, eles agradecem de coração!

  2. Ana Matrena Says:

    Quem alimenta animais no espaço público deve estar consciente de que a alimentação é apenas uma das necessidades desses animais e que deve assegurar-se também a esterilização e as desparasitações internas e externas.

    Se um animal estiver sempre bem alimentado e com aspecto saudável é muito menor a probabilidade de incomodar cidadãos “zelosos” da saúde pública e da segurança.

    Recomenda-se também a colocação de uma coleira com um contacto telefónico para possibilidade de reencontrar o animal em caso de captura ou recolha.

  3. Olívia Maria Azevedo Reis Says:

    Ainda bem que já se começa a fazer alguma coisa para bem destes animais. É que muitas vezes alguns deles até acabam por ser adoptados, mas nem todos têem a mesma sorte. É tudo uma questão de vizinhança, pois uns aceitam os animais mas temos outros que não descansam enquanto não chamam os bárbaros do canil municipal. Temos semanas que são uma autêntica razia. Os veterinários dos canis camarários de muitas câmaras já praticam este exercício de castração e retorno do animal ao local onde estava, ou tentando arranjar dono, ou entregá-lo a abrigos para tentativa de posterior adopção. Sou voluntária num abrigo de cães em Ovar e infelizmente esta prática de serviço veterinário não se realiza por um lado mas por outro a Câmara apoia financeiramente a instituição para despesas que a instituição sózinha não conseguiria suportar. São arestas que terão que ser limadas, é pena entretanto tanto animal ser abatido. Vamos todos repassar este vosso anúncio, eu já o fiz.

  4. Paulo Santos Says:

    Nos termos da Lei em vigor, quando circularem na via publica todos os cães devem usar trela ou açaimo, sendo que em qualquer caso deverão estar sempre acompanhados do respectivo dono ou condutor. Se o “cão comunitário” passar a ser uma excepção à Lei, deixam de fazer qualquer sentido as argumentações apresentadas pelas autoridades para a necessidade dos demais cães terem de andar à trela ou açaimo e em companhia dos donos. Mas a avançar tal absurdo, passarei de imediato os meus 3 cães a ‘comunitários’, sendo que eu como membro da comunidade continuarei a responsabilizar-me como até aqui por todos os cuidados que necessitam, mas com a prorrogativa de poderem andar soltos sempre que quiser sem que as autoridades impliquem com eles, e comigo, por isso

  5. Maria Eugénia Colaço Says:

    Paulo Santos, a diferença entre os cães comunitários e os cães com dono é que os primeiros têm vários cuidadores e vivem, em grande parte, no espaço público, e os segundos têm donos e vivem em casa.
    Os cães comunitários são animais dóceis que sabem viver e circular na rua (quando é o caso) e que não incomodam nem molestam pessoas nem outros animais.
    Daí que continuem a fazer todo o sentido as argumentações das autoridades para o cumprimento dos requisitos dos cães com dono, que estão habituados a sair à rua só com ele e com trela e/ou açaime.
    Partindo do princípio, evidentemente, de que o Paulo Santos é um dono responsável, estou certa de que reconhecerá facilmente as diferenças e não passará a actos as suas palavras.

  6. Ana Matrena Says:

    Independentemente do que venha a ser o regime estabelecido na alteração legislativa (e é de mudanças de mentalidades, de práticas e de legislação que trata este site ) provavelmente se todos os cães com dono fossem tão bem educados, obedientes, sociáveis, úteis, fiéis ao seu espaço de protecção e pacíficos como os cães comunitários não seriam necessárias trelas nem açaimos.

    Infelizmente há muitos “donos” que passam “má onda” aos seus animais e outros que acham que só os que têm a felicidade de ter uma casa e alguém que lhes põe uma trela uns minutos por dia é que têm direito à vida.

    Se todos colaborarmos no terreno em campanhas de esterilização, para além do zeloso tratamento os “nossos” animais pelos quais somos muito responsáveis, e repartirmos essa responsabilidade aos restantes cães e gatos os absurdos serão cada vez menos e ninguém implicará connosco por o fazermos.

  7. Paulo Santos Says:

    “Os cães comunitários são animais dóceis que sabem viver e circular na rua (quando é o caso) e que não incomodam nem molestam pessoas nem outros animais.”
    Mas como garante você ou alguém isto? Como garante que um cão comunitário não incomodará uma pessoa que seja, que não conspurcará o espaço público, que não provocará acidente pelo facto de andar solto e sem supervisão? Mais ainda, porque não podem então os animais com dono que forem igualmente doceis e que saibam circular na rua, andar soltos? E já agora como se provaria essa capacidade ou característica?
    Desculpe as perguntas mas parece-me que estão a fazer crer que existem cães especiais que não são simplesmente animais como os outros, e por isso estão sujeitos a tudo que a sua irracionalidade e imprevisibilidade pode causar.

  8. Margarida Garrido Says:

    Caro Paulo Santos
    Nos termos da lei em vigor, que invoca, são abatidos 100 000 cães e gatos por ano nos canis portugueses.
    Acho que está tudo dito sobre a bondade desta legislação.
    Queremos mudar isto e felizmente a AR adoptou uma Resolução que perspectiva uma nova politica para o controlo dos animais errantes que não seja o abate sistemático.
    Estamos nessa.

  9. Liliana Laura Jirasek Says:

    Aqui no Brasil, Ilha Grande, estamos numa pequena vila, e de certa forma muitos ajudam a cuidar de alguns cachorros sem dono, mas existem pessoas (principalmente comerciantes locais) que só sabem reclamar mas não ajudam em nada!

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