Canis Intermunicipais – concelhos abrangidos

Com a presente informação pretende-se facilitar a luta das associações e activistas da causa animal  pela execução da Lei 27/2016 de 23 de Agosto nos 308 concelhos do país.
Uma primeira reflexão se impõe quando se vê esta lista de intermunicipais  e os concelhos que abrangem : a maioria das Câmaras consideradas como tendo um CRO autorizado ( ou seja, a nata das Câmaras…) limita-se a pagar uma mensalidade ( de várias centenas de euros) para que haja uma entidade ( a empresa que gere o intermunicipal) que recolhe os animais abandonados do seu municipio e segue os trâmites até ao seu literal desaparecimento ( a incineração está compreendida no pacote).
Tudo isto se passa ao longe. Sem voluntários, o que se passa nos intermunicipais está no segredo de quem os gere e na nossa infinita compreensão, conhecimento e compaixão pelo sofrimento animal.
Compreende-se, pois, que a maioria das Câmaras do país esteja em choque ao ser confrontada com uma lei que obriga à esterilização como alternativa ao abate que será proibido em setembro de 2018.
A situação é complexa e exige de quem está do lado dos animais a capacidade de estender a mão aos executivos camarários no sentido de remover as dificuldades que vão surgindo para avançar na execução da lei, desvalorizando os conflitos, evitando fricções, criando soluções positivas, tudo isto sem nunca trair os interesses dos seres indefesos que esperam de nós a sua salvação.
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3 Respostas to “Canis Intermunicipais – concelhos abrangidos”

  1. Deolinda Vilela Says:

    Como sempre estou com os animais e contra o sistema!
    Tenho no entanto o discernimento necessário para entender o vosso ponto de vista.

  2. rita a. ribeiro Says:

    Considero essencial uma maior ligação das associações de animais com as camaras para melhor efetivar o cumprimento da legislação de não abate e esterilização (o mais cedo possivel). As assoc. têm muita experiência que podem repassar. O texto em cima está muito bem, parabens.

  3. Maria Amélia de Freitas Monteiro Says:

    Parabéns a quem escreveu o texto. Aí denuncia o que efectivamente acontece nos canis incluindo a incineração que ninguém sabe de quantos e porquê, salvo essa minoria que trabalha nos canis. Não posso aceitar a ideia de que se recolha um animal que já nasceu na rua e o confinem ao canil e posteriormente ao seu abate se ele não morrer antes de aflição. Não entendo porque é que não se esterilizam as cadelas que nasceram no monte, por exemplo, e não se devolvem ao seu habitat ! ??. São animais que não serão na sua maioria adoptáveis, e, também não se habituam ao canil por falta de espaço, entrando em desespero, e, consequentemente, a morte. RESGATAR, ESTERILIZAR,E DEVOLVER SERÁ O IDEAL

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