Fim dos abates nos canis – Precisamos de pressionar as autarquias para agirem !

PEDIDO – Se nos for enviada cópia dos e-mails dirigidos aos Presidentes das Câmaras, poderemos elaborar uma estatística sobre a sua distribuição por concelho. É uma informação útil para todos que nos dará ideia da mobilização em torno deste assunto.

E-mail a utilizar : campanha.esterilizacao@gmail.com

 

Minuta/sugestão de texto a enviar à sua autarquia por e-mail. Procure o endereço de e-mail do seu Presidente da Câmara, copie este texto, assine e indique a localidade onde vive, e envie!

Nós, cidadãos, temos o direito de saber quais as medidas que a nossa autarquia está a preparar para a aplicação da Lei 27/2016, conhecida como a Lei do fim dos abates nos canis. E também podemos sugerir medidas e incentivos que favoreçam a aplicação da nova lei. Esta minuta é uma sugestão de texto a enviar por e-mail para o Presidente da Câmara  da sua residência! Não concorda com as medidas contempladas no texto e/ou tem as suas próprias sugestões? Escreva uma mensagem diferente! O importante é  questionar a sua autarquia e mostrar a nossa determinação para alterar a actual situação e exigir a aplicação da Lei. Sem perdas de tempo, em cada dia de 2016 foram abatidos nos canis municipais, pelo menos, 26 animais (dados da DGAV ). E os abates podem continuar até Setembro de 2018.

 

Ex.mo Sr/a Presidente da Câmara Municipal de _______________________________,

Na qualidade de munícipe do concelho e no âmbito da Lei 27/2016 de 23 de Agosto que estabelece a esterilização como método de substituição ao abate para controlo da população de animais errantes,  venho por este meio solicitar a V. Exa a divulgação de informações concretas sobre o plano de procedimentos e respectiva implementação, por parte da autarquia a que V. Exª preside, para aplicação da referida Lei.

Permito-me fazer notar que, estando o fim do abate de animais errantes e abandonados fixado para 2 anos após a entrada em vigor da Lei, ou seja, Setembro de 2018, é urgente iniciar a esterilização para que esta tenha tempo de actuar na redução do abandono e na entrada de animais nos canis de forma a serem criadas condições sustentáveis para a sua manutenção.

Gostaria, ainda, de sugerir as seguintes estratégias largamente implementadas e de eficácia comprovada:

1 – Programas de esterilização gratuita e a preços de custo, adequados aos diferentes grupos da comunidade.

Os errantes são apenas uma das partes que contribui para o flagelo da sobrepopulação, pelo que a esterilização dos animais recolhidos nos canis municipais não será nunca suficiente para a redução da mesma, carecendo cada município de um programa de esterilização gratuito para animais de munícipes carenciados e a preços de custo para animais de outros estratos da população de menores recursos.

Cada município deverá identificar os grupos da população que mais contribuem para o abandono e definir, em consequência, as modalidades adequadas para lhes pôr termo.

Os programas de esterilização poderão iniciar-se pelas fêmeas, devendo logo que possível,  incluir os machos (estudos comprovam que a esterilização dos machos contribui eficazmente para a redução do abandono, para metade no caso dos cães e para 1/3 no caso dos gatos, pois reduz eventuais fugas e comportamentos menos tolerados pelos humanos).

2 – Discriminação positiva com incentivos efectivos  para detentores que esterilizem os seus animais.

Ainda que a esterilização de cães e gatos seja do maior interesse, tanto do ponto de vista da saúde e segurança do animal como da tranquilidade e protecção da comunidade, o mero apelo à esterilização carece de impacto, sobretudo no meio rural,  dado o seu custo elevado,  pelo que são necessárias medidas de incentivo efectivo à esterilização, das quais proponho : isenção de pagamento de licença,  oferta do microchip e da vacinação antirrábica para detentores com animais esterilizados às suas custas.

No polo oposto, poderá ser equacionada a aplicação de uma taxa a detentores de animais não esterilizados.

Na expectativa de que esta mensagem  possa contribuir para uma rápida implementação da Lei 27/2016 de 23 de Agosto, apresento os melhores cumprimentos,

 

Nome:

Localidade:

 

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8 Respostas to “Fim dos abates nos canis – Precisamos de pressionar as autarquias para agirem !”

  1. Leonor Martins Says:

    Infelizmente tenho conhecimento totalmente credível que na cidade aonde vivo a Lei infelizmente não é respeitada com o argumento de que o Canil está super lotado e não encontrampessoas para ficarem com os tristes animais inhospitable,recolhem-nos e depois dão -lhes a vacina de adormecimento para sempre…!!!
    Ando mesmo muito triste e aterrorizada com esta infeliz realidade quando há dinheiro para tantas outras coisas e não para evitar está tristeza.Inclusive dois Médicos Veterináriose oferecem sem nada pedirem em trocam que os estererilizameus. Por favor AJUDEM E NEM PEDIRAM PARA NASCER E NÃO FALAM COMO NÓS MAS DÃO A VIDA POR “NÓS”!!!
    Muito obrigada.
    Atenciosamente.

  2. rita a. ribeiro Says:

    Muito bem, concordo com o texto. Rita A. Ribeiro

  3. campanhaesterilizacaoanimais Says:

    A lei obriga as Câmaras a campanhas de esterilização mas dá-lhe um prazo de 2 anos ( que começou a contar a 23 de setembro, já lá vão 5 meses , para pararem com os abates. É preciso fazer pressão sobre as Câmaras. Envie a minuta sugerida , ou outro texto, ao seu Presidente de Câmara, divulgue esta acção no seu facebook e aos seus amigos

  4. Anabela Nunes Says:

    A resposta dos canis a esta lei NÃO PODE SER, NÃO ACEITAREM ANIMAIS NAS INSTALAÇÕES. Não tarda estão as ruas cheias de animais abandonados e a procriarem

  5. campanhaesterilizacaoanimais Says:

    É fundamental reduzir o número de animais através da esterilização, controlar as adopções , só dar em adopção animais esterilizados, haver uma fiscalização dos chips para que as entradas nos canis se reduzam.

  6. Berta Gabriela Marques Brazãpo Says:

    Não começar JÁ (e já vamos tarde) com campanhas de esterilização massivas, a sério, significa apenas que NÃO VAI SER POSSÍVEL O NÃO-ABATE nos canis. Arriscamo-nos a que a resposta da população irada com o crescimento de cães e gatos na rua (numa fase em que os canis estão impedidos por lei de os abater e, por outro lado e porque não se fizeram campanhas de esterilização sérias, os animais continuam a multiplicar-se nas ruas, nas casas das pessoas) seja a matança por envenenamento…

  7. Victor da Cal Says:

    Esta campanha tem o meu apoio incondicional

  8. Anabela Duarte Says:

    Sou a favor desta campanha,sou pelos animais.

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