Archive for the ‘Boas práticas’ Category

Proposta de uma Semana Nacional de Acção pelas esterilizações e o fim dos abates !

Junho 25, 2018

No dia 24 de Junho a Campanha de Esterilização de Animais Abandonados apresentou às Associações e Grupos de Protecção Animal uma proposta de uma SEMANA NACIONAL DE ACÇÃO, a realizar na última semana de Agosto, pelas esterilizações e pelo fim efectivo dos abates.

Nessa semana, as associações aderentes realizam nos seus concelhos respectivos iniciativas, pelo menos num dos dias dessa semana, podendo ser em mais do que um , tudo dependendo da força local.
Os objectivos são :
SEMANA NACIONAL DE ACÇÃO
27 de Agosto a 2 de Setembro

Pelo fim dos abates nos canis em Outubro de 2018!
Pela realização de esterilizações de cães e gatos pelas Câmaras Municipais !
Pela melhoria e construção de canis !
Pelo cumprimento da Lei 27/2016 !
As iniciativas serão escolhidas pelas associações podendo tratar-se de:
Concentrações – Vigílias – Comunicados à população e aos visitantes( comunicados em línguas estrangeiras para os turistas  ) – Exibição de Cartazes sobre a situação dos animais no concelho – Videos  – Sessões sobre esterilização –  etc.
A Semana Nacional de Acção só avançará se motivar o interesse e adesão de um número significativo de participações de associações e de grupos de protectores tendo sido estabelecido o prazo de 8 de Julho para as respostas . 
A nossa mobilização e acção são necessárias para concretizar o fim dos abates em Outubro próximo !
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A Norte tudo de novo ! Canil/Gatil de Guimarães avança no cumprimento da Lei 27/2016

Fevereiro 14, 2018

in  http://www.guimaraesdigital.com/noticias/71144/sala-de-cirurgia-para-esterilizacoes-vai-ser-inaugurada–no-canilgatil-de-guimaraes

A Sala de Cirurgia para Esterilizações no Centro de Recolha Oficial – Canil/Gatil de Guimarães vai ser inaugurada no próximo dia 20, às 16h00.

Na última reunião do Executivo, foi aprovado por unanimidade o novo Regulamento do CRO. O documento contempla a adopção de um conjunto de medidas no sentido de se adaptar às exigências decorrentes da lei vigente, abrangendo a promoção de acções de reforço de bem-estar animal.

“O nosso espaço é um centro oficial de recolha de animais que está devidamente licenciado”, insistiu a Vereadora do Departamento de Serviços Urbanos e Ambiente, ao revelar que o Município investiu na melhoria dos serviços, dotando o CRO de mais recursos.
“O novo Regulamento resulta de uma auscultação feita junto de quem entendeu dar o seu contributo”, continuou Sofia Ferreira. “É um regulamento participado, em que ouvimos vários intervenientes e estamos conscientes que cumpre a lei e vai dar um enorme contributo para que possamos vir a intensificar ainda mais as actividades a dinamizar no âmbito do CRO”, referiu.

A Vereadora do Departamento de Serviços Urbanos e Ambiente salientou que “o novo regulamento permite a abertura a parcerias com um conjunto de instituições e também ao nível do voluntariado”. “Temos o objectivo de criar melhores condições e facilitar o envolvimento das instituições com intervenção nesta área que num espírito de verdadeira parceria contribuam para que seja possível atingirmos os nossos objectivos.

“Dentro desta estratégia municipal de promoção de adopção e bem-estar animal”, acrescentou Sofia Ferreira, o Município está a implementar o programa CED – Captura, Esterilização e Devolução de gatídeos, de forma a controlar colónias de gatos existentes em Guimarães”. “Prevemos que após a aprovação do novo Regulamento seja possível criar parcerias com instituições para reforçarmos a nossa intervenção nesta área”, admitiu, ao realçar que o CRO sofreu obras que permitiram a melhoria dos serviços, num investimento que privilegiou também a aquisição de equipamentos “para criar a sala de cirurgias”. “Durante este mês estão criadas as condições técnicas para que seja possível no CRO proceder-se à realização de intervenções e esterilizações, iniciativa que está programada para este mês”, sublinhou a responsável, ao frisar que “o novo Regulamento vem ao encontro desta estratégia que tem como objectivo geral garantir a melhoria das condições de bem-estar animal”. “Estamos fortemente convictos de que estão criadas as condições para evoluirmos positivamente nesta área”, anotou.

Fazendo questão de destacar a importância dos animais de estimação no contexto familiar, Sofia Ferreira assume que o Município “tem de acompanhar a evolução da sociedade”. “O animal de companhia tem vindo a ocupar uma função cada vez mais importante junto das pessoas e há uma melhor consciencialização na forma de tratamento e acolhimento dos animais”, disse, ao realçar que o novo Regulamento permitirá o aprofundamento da discussão e reflexão sobre esta área, estando prevista a implementação de campanhas de sensibilização. “É fundamental que o trabalho material que está em curso e a ser desenvolvido seja acompanhado de acções de sensibilização e consciencialização junto da população”. “É uma área a reforçar, bem como as iniciativas que já existem e estão no terreno, nomeadamente o recurso e utilização dos novos meios de comunicação para a divulgação das responsabilidades junto de quem tem animais de companhia”, indicou, ao exemplificar que “quem tem um cão tem de fazer o registo na Junta de Freguesia da área de residência, ter a vacinação em dia”.

O Centro de Recolha Oficial tem como objectivo primordial minimizar o sofrimento dos animais de estimação que se encontram abandonados no município de Guimarães, garantindo a saúde animal.  Esta missão é complementada com a necessidade de desenvolver acções e usar de todos os meios ao seu alcance para tentar arranjar um novo detentor responsável pelo seu bem-estar.

Em Outubro, este blog alcançou o maior número de visualizações de sempre

Novembro 1, 2017

Na coluna da direita, em “Páginas, II – Estatísticas de visitas ao site” pode ser consultado o número mensal de visualizações deste blog desde a data da sua criação, em Novembro de 2009.

Em  Outubro 2017 foi atingido o valor mais elevado de sempre :  7 681 visualizações.

Esperamos ter sido úteis para quem nos visita e para o objectivo que nos propusemos desde o princípio : difundir a prática da esterilização como forma de controlo da população de cães e gatos, diminuição do abandono, dos animais abandonados e erradicação do abate.

Os três eixos que definimos para a nossa intervenção

1.Os canis municipais devem esterilizar obrigatoriamente todos os animais que dão em adopção .
2. As Câmaras devem celebrar protocolos com as associações de defesa animal que actuam no concelho para a esterilização dos animais abandonados que estas recolhem,
3. As Câmaras devem proporcionar aos munícipes com recursos limitados a esterilização gratuita dos animais que possuem.

precisaram de oito longos anos e centenas de milhares de vitimas para lograrem, não ainda uma concretização, longe disso, mas de serem aceites como razoáveis, possíveis, e como a única solução para a vergonha nacional dos maus tratos e abates nos canis municipais.

 

Criado o Grupo da Campanha de Esterilização de Animais Abandonados( facebook)

Abril 23, 2017

https://www.facebook.com/groups/1703985346284838/?fref=ts

Este Grupo é para todas as pessoas que :
– estão decididas a empreender acções, locais ou nacionais, visando a concretização do fim dos abates nos canis em Setembro de 2018 ( Lei 27/2016 de 23 de Agosto);
– que para isso querem ter informação sobre o tema e trocar experiências ;
– que são capazes de suportar o contraditório sem se ofenderem e sem ofenderem.

Se é esse o seu caso, adira !

Acção pelo fim dos abates nos canis

Abril 19, 2017

Caro(a) Munícipe

Sabe o que a sua Câmara está a preparar para implementar a Lei 27/2016 (fim dos abates nos canis)?

Porque não pergunta?!

Envie este texto por e-mail ao Presidente da sua Câmara e dê-nos conhecimento para: campanha.esterilizacao@gmail.com

 

Sugestão de texto:

 

Assunto: Implementação da Lei 27/2016 de 23 de Agosto.

Ex.mo(a) Sr/a Presidente da Câmara Municipal de _______________________,

A Lei 27/2016 de 23 de Agosto estabelece a esterilização como método de substituição ao abate de cães e gatos que tem vindo a ser praticado pelas câmaras.

Enquanto munícipe do concelho e consciente da urgência de actuação na origem do problema, o excesso de nascimentos., venho por este meio solicitar a V. Exa informações concretas sobre o plano de procedimentos e respectiva implementação, por parte da autarquia a que V. Exª preside, para aplicação da referida Lei.

Permito-me fazer notar que, estando o fim do abate de animais fixado para 2 anos após a entrada em vigor da Lei, ou seja, para Setembro de 2018, é urgente iniciar os programas de esterilização para que esta tenha tempo de actuar na redução do abandono e consequente entrada de animais nos canis, por forma a existirem condições sustentáveis de manutenção e funcionamento.

Ainda que não sendo obrigatória pela Lei 27/2016, a esterilização dos animais detidos por munícipes carenciados, sem meios financeiros para pagar uma esterilização aos custos do mercado,  é uma medida essencial para responder às preocupações que têm vindo a lume sobre a acumulação de animais nos canis. Na realidade, as ninhadas domésticas indesejadas são a principal causa do abandono que assola associações, protectores particulares e autarcas. Os exemplos de câmaras que já proporcionam esta medida aos seus munícipes têm vindo a crescer (Sintra, Évora, Oeiras e outras) provando ser financeiramente viável e vantajosa, quando considerados todos os custos inerentes ao abate.

Igualmente se impõem medidas de sensibilização e divulgação da importância da esterilização e do controlo da reprodução junto das populações concelhias, aliás previstas na lei.

Também medidas de discriminação positiva, tais como isenção ou redução dos custos de licenciamento, identificação eletrónica e vacinação  para detentores com animais esterilizados às suas custas, numa acção concertada com as respetivas Juntas de Freguesia, terão um efeito muito positivo no desenvolvimento de uma atitude responsável por parte dos detentores de animais.

Para além do fundamento ético, o qual, por si só, é imperativo para defendermos todos o fim do abate de animais nos canis, a ineficácia desta prática no controlo da sobrepopulação  está amplamente comprovada, revelando-se dispendiosa, ineficiente e alvo de total repúdio por parte da sociedade portuguesa, pelo que registarei com muito apreço as medidas que V.Ex.ª venha a divulgar no sentido de um célere e efectivo cumprimento da Lei 27/2016.

Na expectativa de uma resposta , apresento os melhores cumprimentos,

Nome:

Localidade:

 

 

Resposta da Câmara de Braga

Março 25, 2017

———- Mensagem encaminhada ———- De: “Liliana Carvalho” <liliana.carvalho@cm-braga.pt> Data: 14/03/2017 11:13 da manhã Assunto: Lei n.º 27/2016 Para: “elisabetecosta@gmail.com” <elisabetecosta@gmail.com

 

Cara(o) Munícipe,

A Câmara Municipal de Braga vem desde já agradecer o exercício de cidadania e os contributos relativamente ao assunto em apreço na sua comunicação.

A Lei n.º 27/2016 entrou em vigor contudo, carece de regulamentação. Assim, não pode o município prever à data da comunicação quais as diretrizes da Autoridade Competente para implementação da Lei n.º 27/2016.

Cabe-nos informar que relativamente ao Município de Braga foram tomadas diligências no sentido de cumprimento da legislação em vigor e, superação dessas mesmas exigências, nomeadamente:

– Existência de Centro de Recolha Oficial – CRO de cariz Municipal;

– Ampliação do CRO Braga em termos de número de boxes para animais;

– Existência de sala de preparação de cirurgia de esterilização, sala de cirurgia de esterilização e recobro, independentes do espaço de abrigo dos animais errantes do Município;

– Infraestruturas para a realização, caso necessário, de cirurgias de esterilização no CRO Braga;

– Incentivo à esterilização e esclarecimento dos benefícios da esterilização para os detentores na página da CMB e AGERE, EM (https://www.cm-braga.pt/archive/doc/Esterilizacao.pdf);

-Esclarecimento para uma detenção responsável através da página da CMB e AGERE (https://www.cm-braga.pt/pt/0101/viver/ambiente/centro-de-recolha-oficial-de-braga; http://www.agere.pt/web1/uploads/paginas/oficina/upload-1139-0.pdf)

– Promoção e participação em campanhas de sensibilização contra o abandono de animais de companhia;

– Esclarecimento para uma detenção responsável aos novos detentores dos animais adotados no CRO Braga;

– Gestão da lotação do espaço do CRO Braga sem recurso à ocisão/indução da morte de animais saudáveis, passíveis de adoção responsável, por detentor particular ou associação;

– Campanhas de esterilização de errantes alojados no CRO – machos e fêmeas, adotados por particulares ou associações, sem custos para o novo detentor;

– Encontra-se em fase de avaliação projeto na área da Medicina Veterinária Social destinado a animais errantes e detentores carenciados das zonas urbana e rural do Concelho de Braga;

– Incentivo à esterilização, independentemente do sexo do animal, a custos reduzidos, pelos detentores abrangidos no projeto de Medicina Veterinária Social;

Relativamente à proposta de isenção de taxas de licença, identificação eletrónica e vacina da raiva no meio rural  não está prevista discriminação positiva relativamente ao meio urbano. Os munícipes do meio rural com carências económicas serão benificiários do projeto de Medicina Veterinária Social tal como os detentores em meio urbano. No que diz respeito à aplicação de uma taxa a animais não esterilizados não existe à data da presente comunicação suporte legal para a sua aplicação e implementação.

Melhores cumprimentos,

Liliana Vaz de Carvalho

Queremos

Março 24, 2017
Que os actuais executivos camarários comecem a aplicar medidas concretas para acabar com os abates. JÁ.
Não queremos promessas para depois das eleições que são em Outubro, isso é uma falácia para enganar eleitor.
As Câmaras têm décadas de atraso, por sua culpa , na esterilização dos animais que dão em adopção , na esterilização dos gatos silvestres  e no apoio à esterilização dos animais dos munícipes carenciados( as ninhadas domésticas são a grande fonte do abandono).
Tivessem adoptado politicas de controlo da procriação de cães e gatos e não tínhamos chegado à situação actual .
Gastaram rios de dinheiro, dos nossos impostos, a abater animais que foram sacrificados inutilmente, a sua morte em nada resolveu o problema da sobrepopulação. E nós entretanto temos andado a pagar as esterilizações que eles não têm feito. CHEGA.

Implementação da Lei 27/2016 – A Câmara do Porto a fingir que cumpre a Lei

Março 12, 2017
Os adoptantes de animais no canil do Porto ( o tal canil infecto que a Câmara promete , há anos, que vai ser substituído por um outro ) recebem um cheque esterilização para marcarem  a intervenção na Clinica Veterinária da Universidade do Porto, desligando-se o canil do processo. Na prática, o adoptante esterilizará o animal se quiser , se tiver transporte , etc. Se tiver adoptado um animal de raça, que também os há nos canis, pode até dedicar-se a um negócio de criação de vão de escada como tantos que há por aí.
Câmara municipal/Canil /Veterinário municipal não percebem que esta medida é insuficiente para garantir que não há procriação dos animais que saem do canil ? Que o interesse não é só do adoptante é NOSSO,  e até das próprias instituições camarárias ?
Não lhes pedimos que gostem de cães e gatos, pedimos profissionalismo e que não brinquem com o dinheiro do contribuinte.
E que cumpram a Lei que reza o seguinte :
Artº 3º
1 — Os animais acolhidos pelos centros de recolha oficial de animais que não sejam reclamados pelos seus detentores no prazo de 15 dias, a contar da data da sua recolha, presumem -se abandonados e são obrigatoriamente esterilizados e encaminhados para adoção, sem direito a indemnização dos detentores que venham a identificar -se como tal após o prazo previsto.
http://www.cm-porto.pt/saude-publica-veterinaria/campanhas

Câmara de Oeiras – Esterilização de animais gratuita para munícipes carenciados

Março 12, 2017

Ler aqui

http://www.cm-oeiras.pt/noticias%5CPaginas/Esteriliza%C3%A7%C3%A3odeanimaisgratuita9.aspx

Em 2017, faça STOP a mais ninhadas. Basta de sofrimento animal.

Dezembro 28, 2016
Cartaz para divulgação
No ano que agora finda, foi aprovada  na AR  a Lei 27/2016 de 23 de Agosto que impõe a esterilização como alternativa ao abate praticado nos canis municipais
As Câmaras Municipais são agora obrigadas a esterilizar os animais que dão em adopção e os que estão nos canis e a implementar o programa CED  ( captura-esterilização-devolução) para gatos de rua. Para reduzir a população de cães e gatos abandonados e pôr termo aos abates em 2018,  as Câmaras devem também esterilizar os animais de munícipes carenciados. De facto as ninhadas domésticas, ou seja as que são provenientes de animais com dono, são a principal fonte dos animais que são lançados na rua. Pelos próprios donos das cadelas ou por adoptantes irresponsáveis e criminosos que aos primeiros contratempos se desfazem dos animais que os encantaram enquanto eram “fofinhos” .
Os protectores e amigos dos animais têm duas importante missões em 2017 :
1º – pressionar as Câmaras para executarem a Lei 27/2016. No site da Campanha de Esterilização de Animais Abandonados há dois posts que podem ajudar nessa tarefa :
2º – assumirem eles próprios um comportamento de critica, no facebook e sites, aos comportamentos laxistas que permitem ou incentivam a reprodução de animais de companhia e que recusam por principio a esterilização de fêmeas grávidas e de ajuda e encaminhamento  a quem pretende esterilizar e não tem meios financeiros para isso.
Em 2017 sejamos os agentes da mudança de que os cães e gatos precisam. A mudança está agora ao nosso alcance, mas se não agirmos de forma consequente e persistente tudo continuará igual.